sexta-feira, 9 de agosto de 2013
sábado, 15 de junho de 2013
JANTAR DE CASAIS 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
CORBÃ: Manipulações e Disfarces.
CORBÃ: Manipulações e Disfarces.
Marcos capítulo 7, verso 11
Corbã era uma fórmula de dedicação a sagrados propósitos, e um mero pretexto para escapar a certas obrigações.
A lei ordena: 'honra a teu pai e a tua mãe' e isso compreendia o dever de sustentar os pais, se estes estivessem em necessidades. Mas, como os seres humanos sempre dão um “jeitinho” (veja que não são só os brasileiros), a palavra corbã era pronunciada sobre os necessários meios de auxílio, e já não eram mais para os pais, porque alegavam ser para um propósito sagrado!
Jesus condenou tal atitude, como aliás, fazia com toda religiosidade aparente.
A idéia é clara, e esse artificio é bastante humano (no pior sentido possível), porque nossos pensamentos, sentimentos e ações são facilmente enredados, presos a esse tipo de lógica maligna! Jamais avaliamos as coisas como realmente elas são, mas encurtamos ou esticamos nossas crenças e valores, para molda-los às nossas conveniências e servirem aos nossos propósitos.
É uma pratica comum em todas as coisas da vida, sobretudo quando se relacionam com nossos interesses; quando nosso ego está envolvido na questão, falseamos julgamentos e nenhuma inteligencia ou razão agirá com equilibrio – rarissimas exceções – e aquelas “forças misteriosas do inconsciente” agem com determinismo fatal...
Nos valemos de qualidades irreais, alegamos bom senso, gritamos em nome da Justiça: e essa racionalização, a perversão na justeza do juizo, o auto-convencimento de que fazemos isto ou aquilo por alguma “causa nobre”, levará até a que – sobretudo religiosos- matem em nome de Deus, com um senso de dever cumprido e um sorriso no rosto!
Nada escapa dessa maquiagem, desse disfarce que usamos de modo as vezes até consciente, para camuflar as reais intenções que nos movem a alguma ação.
O “Corbã” nos ajuda nas criticas, mesmo quando são motivadas pelo despeito, inveja ou ciúmes, nas perseguições mesmo que sejam por mero interesse contariado ou vingança, e até nos jejuns, orações e citações de versos bíblicos, mesmo que estejam somente a serviço de nossos interesses e não aos de Deus ou de Seu Reino.
O “Corbã” é uma invenção que serve aos interesses humanos, mascarado pela religiosidade: ele respalda desculpas a coisas simples como “razões” para não ser dizimista, ou, até a fundação de uma nova religião.
Portanto, todo cuidado é pouco, quando ouvirmos os seres humanos vociferando ou sussurrando suas razões e alegadas justificativas para determinados atos.
E o “Corbã” pode “Justificar” qualquer coisa, e estará sempre a serviço de todos os homens, já que, infelizmente não há ninguém que não tenha alguma falsidade, sempre a necessitar de algum “Corbã” que aplaque a boa consciência e silencie o testemunho do Espírito que nos mostra o Bom Caminho.
Talvez por isso “Deus encerrou a todos debaixo da condenação da lei”, para nos revelar a riqueza infinita da Sua Graça, sem a qual ninguém chegará à presença d’Ele.
terça-feira, 2 de abril de 2013
"LEALDADE LIGHT"
Lealdade é uma espécie de devoção, consagração e amor a alguém ou a alguma causa, de uma intensidade e singularidade tão grande, que deve levar àquele que se diz fiel, a renegar todas as coisas e causas que almejem o lugar reservado para aquilo que elegemos como objeto, sujeito ou alvo de nossa fidelidade.
terça-feira, 19 de março de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
Há um milagre em sua casa
"Seja a vossa eqüidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor." - Filipenses 4.5.
Equidade é a prática de justiça de maneira voluntária, ter disposição para agir com imparcialidade e retidão, repudiar tenazmente as injustiças.
Para o Senhor não há causa impossível. Ele tem compaixão, vê as carências, enxerga a fé obediente, estende o braço divino e aplaca o sofrimento humano de todos aqueles que agem com equidade, isto é, socorre aos que seguem suas orientações (Salmos 40.17; 69.33; Isaías 25.4; Jeremias 20.13).
Em 2 Reis 4.1-7, encontramos a narrativa do episódio em que Deus usou Eliseu para trazer abundância para uma família pobre. A esposa de um profeta falecido, uma mulher que deve ter dedicado sua vida a Deus ao lado de seu companheiro conjugal, foi consultá-lo para resolver um gravíssimo problema de crise financeira. Ao perder o marido, contraiu a dívida dele. Não sabemos o motivo e nem qual era o tamanho da dívida. O credor batia em sua porta e a constrangia ameaçando levar seus dois filhos para trabalharem como escravos e assim pagarem a dívida do pai. Não bastasse a dor da perda do marido, corria o risco da perda dos filhos.
Naquela sociedade era comum o credor obrigar o devedor a quitar a dívida com mão de obra servil ou escrava na falta do pagamento, pois a Lei de Moisés permitia fazer isso, colocando um período de seis anos de escravidão (Êxodo 21.1-6; Levítico 25.39-55). Pessoas em pobreza podiam vender-se ou vender os filhos. Os filhos eram considerados bens transferíveis para resgatar dívidas trabalhando como escravos. Nesta situação, Deus ordenou que ricos e credores em geral não se aproveitassem de pessoas durante os tempos de extrema necessidade delas, como era o caso da viúva sem arrimo familiar (Deuteronômio 15.1-18).
Diante do clamor da mulher desesperada, sensibilizado Eliseu tomou atitude compassiva e perguntou o que ela possuía em casa. "Tua serva não tem nada em casa, senão um botija de azeite" (2 Reis 4.2). Apesar de ser um produto essencial na casa dos israelitas, o azeite possuía baixo valor agregado. A porção que a mulher possuía era minguada, uma botija, mas foi por meio desse líquido que Deus resolveu o extremo problema dela. Eliseu intruiu-a: "Vai, pede para ti vasos emprestados a todos os seus vizinhos, não poucos, vasos vazios, não poucos. Então, entra, e feche a porta sobre ti e sobre teus filhos, e deita o azeite em todos aqueles vasos, e põe à parte o que estiver cheio" (2 Reis 4.3-4). Crendo na providência divina, ela o obedeceu, pediu as vasilhas emprestadas, trouxe-as para dentro de seu lar, trancou-se e de portas fechadas ao lado dos dois filhos viu o milagre da multiplicação acontecer, o azeite fluiu enchendo uma quantidade enorme de recipientes. Assim, a viúva vendeu o azeite, pagou a dívida e ainda houve sobra para viver dignamente ao lado de seus filhos.
O poder de Deus não acaba. A multiplicação só parou quando as vasos acabaram. A limitação foi humana e não de Deus. A provisão divina foi proporcional à fé e à disposição da viúva pobre em pedir receptáculos emprestados.
O azeite de oliveira era largamente empregado na preparação de alimentos, substituindo a manteiga na cozinha (1 Reis 17. 12-16). Um uso igualmente popular na esfera doméstica era o uso como combustível para as pequenas lâmpadas encontradas com abundância desde o período mais antigo da Palestina.
Deus não age como o ser humano age. Ele usa aquilo que menos se espera. Com isso percebemos que o pouco com Deus é sempre muito, e que quando existe fé no coração do servo fiel, a escassez pode converter-se em abundância, a dificuldade pode ser superada através da providência divina.
A narrativa bíblica do milagre da multiplicação de azeite na casa da viúva, por meio do ministério do profeta Eliseu, apresenta a soberania do Senhor para suprir as necessidades de servos fiéis (1 Reis 4.1-7). Com certeza, a fé da viúva e de seus filhos foi fortalecida com a intervenção das mãos do Senhor apresentando o devido provimento.
Os cristãos não estão isentos de passar adversidades, deve lembrar-se que têm a quem recorrer em todos os momentos, um Deus poderoso capaz de suprir suas necessidades. Períodos de escassez servem para que o coração humano se depare com suas limitações e reconheça sua dependência do Senhor e humilhe-se perante Ele.
Se estamos em posição financeira de privilégio, somos credores e não a pessoa endividada, a atitude bondosa de Eliseu demonstra que o Senhor deseja que o cristão ultrapasse o simples ato de religiosidade e pratique o amor fraternal (Lucas 6.35).
Em necessidade e desespero, é na casa de Deus, entre os cristãos que o crente necessitado encontra o socorro adequado.
O que possuímos pode ser bem pouco, mas é o suficiente para Deus realizar seus propósitos. O Pai Celeste é imutável, ainda está disposto a realizar milagres nos dias de hoje (Êxodo 34.6; 2 Crônicas 30.9; Salmo 116.5). "Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera, a esse glória na igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações, para todo o sempre. Amém." - Efésios 3.20-21.
E.A.G.
Fonte: Belverede.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
COLOCANDO DEUS EM PRIMEIRO LUGAR.
sábado, 21 de abril de 2012
A MORTE PRODUZ PROPÓSITO, VIDA.
sábado, 3 de março de 2012
O VERBO SE FEZ CARNE
É uma vã ilusão e inútil tentativa, desertar da realidade material, em busca de Deus no “cosmos”, abstraindo-se da experiência do aqui e agora!
Transferir Deus para a eternidade (privando da imanência) ou colocar no além todas as nossas expectativas de realização, é usar a fé, a religião como um escapismo, uma espécie de “fuga”, e não de “busca” e encontro.
Essa propensão para alhear-se da realidade (por mais difícil que seja) e tomar as asas do vento voando para o além, é muitas vezes fruto de preguiça, ausência de vontade firme, e sobretudo coragem para batalhar e realizar seus sonhos destinados ao aquém.
Nossos sonhos precisam ser gerados no berço do coração e no útero da mente, e espero que esta singela palavra seja fecundante para você.
O “Verbo”, a palavra, é a possibilidade – quando se faz carne – de tornar possível o milagre da existência.
Esses dias um amigo – super intelectual – comentava comigo, sobre mais um curso desses bem esotéricos que estava para fazer.
Ele é o tipo sempre atento e ávido pelas novidades ideológicas pertinentes à religiosidade, e o admiro, embora também tenha pena, de ver a ansiedade com que busca e busca, quando tudo já está tão perto...
O Verbo distante, inatingível, o inalcançável veio e habitou entre nós!
Por que será que “evangélicos” (NÃO poucos evangélicos de fato, eu diria) vivem a correr dum lado pro outro em busca de eventos, livros e pregadores que ensinam alguma “heresia” ou principio – supostamente novo – digo supostamente, porque nada mais são (quando corretos) do que alguma ênfase dada sobre algum ponto já existente da doutrina que não havia sido devidamente considerado?
Neste ano, gostaria que refletíssemos melhor sobre esses fatos, e sobre nossa própria vocação e busca.
Não sermos seres repetidores de informações sem consciência é um desafio em nosso tempo. Onde tudo vem pronto, neste "fast food" evangélico de pegar chaves, toalhas, rosas, e outras mandingas espirituais para materializar a fé, cria nas pessoas um relacionamento superficial baseado nas coisas de Deus e não em intimidade com Ele.
“O Verbo se fez carne e habitou entre nós”! Verbalizemos este VERBO que habita não mais entre nós, mas dentro de nós pelo Espírito. Amém!
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
HOJE É TEMPO PARA UMA NOVA OPORTUNIDADE
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
LIVRANDO-SE DE TODO PESO
sábado, 26 de novembro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
HALLOWEEN, UMA FESTA PAGÃ, COMO O DIABO GOSTA
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
DE GLÓRIA EM GLÓRIA
“E todos nós, com o rosto descoberto, contemplando como por espelho a Glória do Senhor, somos transformados de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, O Espírito”.
Percebam que segundo a doutrina elaborada à partir da idéia da “queda do homem e da mulher no Éden”, o ser humano que possuía a “Imagem e semelhança de Deus”, perdeu essa Imagem.
O supremo propósito da vinda de Jesus ao mundo, foi nos devolver, restaurar essa imagem perdida.
O propósito parte do Pai, passa pelo Filho e chega até nós pelo Espírito Santo.
Todas as demais coisas, quais sejam dons espirituais e até mesmo o chamado “Fruto do Espírito”, dependem desse processo gerado pelo Espírito Santo no ser humano aberto para a Redenção.
É o ápice da re- criação!
Mas o texto deixa claro que é um processo, e não uma obra instantânea: “Transformados de Glória em Glória”!
Algo incipiente acontece quando a humanidade é alcançada pelos méritos da Redenção, mas nada disso termina neste mundo, mas projeta-se para a eternidade, estuário de todas as aspirações e manifestações metafísicas que se desdobrarão nas eras infindas.
Por enquanto, nossa percepção ainda necessita de representações da “coisa em si”, daquele mundo definitivo, e tudo que podemos apreender nos vem como reflexos de um espelho.
Isso é apenas o desdobramento daquilo que Paulo já fala em sua primeira epístola aos Coríntios no capítulo 13 verso 12, quando afirma que, “por enquanto, vemos as coisas como por um espelho (enigma) obscuramente”.
Vamos então, como na escada da revelação de Jacó, subindo de um degrau a outro de Glória.
Todo nosso conhecimento e capacidade para expor, é parcial, e aguardamos um estádio de coisas nos quais nossas percepções libertas das contingências físicas, possam nos permitir adentrar naquela dimensão a qual “nem olhos viram, nem ouvidos ouviram e nem passou jamais pelo coração(entendimento) de homem algum”.
João, pelo mesmo Espírito, revela em sua epístola que: “Já somos filhos de Deus, mas, ainda não se manifestou plenamente o que havemos de ser” (I João capítulo 3, verso 2).
Sendo o processo de salvação algo infinitamente mais amplo que essa idéia de “perdão de pecados e mudança de endereço da terra para o céu”, podemos ter certeza, que essa transformação moral e metafísica que nos levará por toda a eternidade a mergulhar na compreensão dos infinitos atributos e manifestações do ser de Deus, jamais terá fim.
O céu não será o ponto final, mas o arrebatamento apenas marcará o inicio de uma nova etapa que seguirá para sempre e sempre – na qual as leis que agora nos limitam e os horizontes estreitos que nos confinam às dimensões físicas – uma vez ultrapassados, nos permitirá vivenciar dimensões de crescimento e compreensões inimagináveis!
Não é à toa, que Tomás de Aquino, o gênio da teologia e da filosofia, após escrever coisas tão ousadas e profundas que desafiam nossa compreensão, escreveu no fim de sua profícua vida, que, “estava tendo experiências místicas de tal ordem, que se sentia incapaz de descrever, e que o faziam compreender que tudo que escreveu durante toda sua vida, não passavam de palhas ante as grandezas daquelas revelações que estava a ter”.
Não foi o que Paulo tentou nos transmitir quando falou de seu "arrebatamento até ao terceiro céu", onde diz que "viu e ouviu coisas às quais ao homem não é lícito referir"?
Sejamos pois humildes e nos mantenhamos permanentemente abertos para novas compreensões e possibilidades de entendimentos da revelação divina.
E jamais esqueçamos que a principal missão e obra do Espírito Santo aqui na terra, diz respeito àquilo que o ser humano “é” e não àquilo que “tem”.
Ele veio habitar em nós, para nos tornar mais e mais semelhantes a Jesus: aquele que foi a Imagem mais perfeita de Deus já existente entre nós.
Todas as outras coisas que vemos as Igrejas ensinando as pessoas a alcançar, são absolutamente insignificantes diante da grandeza dessa excelsa Obra já iniciada e que jamais será plenamente concluída em nós.
Oremos para que possamos compreender essas coisas... Leia Mais >>
domingo, 2 de outubro de 2011
SEMANA DO CLAMOR
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
FAMILÍLIA NO BANCO DOS RÉUS
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
MORTE

























